Conversas Literárias 2026 da Laranja Original<

Março de 2026

Mais um dia dedicado à minha eterna oficina de escrita. Ainda me encanto com o fluxo de pensamentos que rola nesses eventos. Me espanto, enquanto na plateia, viajo para lampejos só meus. E tudo bem, se dispersar as vezes. Lampejos precisam de tempo e urgência. E outra: é justamente essa a função de eventos como esse, é para que as ideias propaguem mesmo. Quão importantes são conversas como essa!

Estive no evento Conversas Literárias 2026, idealizado pela editora Laranja Original. O assunto do dia foi a Composição visual na literatura.

“A poesia é esse lugar onde a palavra se amplifica”, disse Tânia, escritora de “A imensidão no furo da palavra”, um livro de poesia que traz ilustrações da autora.

Para mim, a poesia (o gênero mais amado pelas livrarias) é um território difícil para a composição visual (elaboro mais tarde).

Vi a chance de ter em meu livro sua dedicatória. Mas não encontramos a caneta certa nesse dia. Curiosamente - aqui deixo crítica ao mercado literário - é difícil encontrar canetas em livrarias, em espaços literários no geral. O que não faz sentido nenhum. Convenhamos?

Mas a espera sempre vale a pena.

A mediação foi de @monicatoledosilva, escritora de “deságua”, recém lançado.

Na conversa estavam:

Diogo Kaupatez, fundador da C33 Editora (ele é mestre em cultura japonesa e fala com paixão sobre a arte, folclore e costumes japoneses)

@emanuellacsoares, autora do “Diário de Si”: consegue manter o espontâneo do que é escrever um diário;

@guidearo, escritor de “Um lugar qualquer”: um livro que traz poemas e fotografia;

@leosombra05, autor de “Cura Áspera”: fotógrafo, quer mais composição visual que um fotolivro?;

@taniaralston, escritora de “A imensidão no furo da palavra”, com sua poesia e ilustrações.

Agradeço a todos, simplesmente por esse e os próximos insights.

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